Category Archives: Museologia

Exposição sobre Conservação e Restauro no Museu de Arqueologia de Silves até 01/11/2015

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Inaugurada no passado mês de Maio, pela altura das comemorações do dia internacional dos museus, está patente no Museu Municipal de Arqueologia de Silves a exposição intitulada “Há mais de 25 anos a conservar e a restaurar”, organizada pela Divisão de Cultura, Turismo e Património daquele município. Trata-se de uma exposição que pretende dar a conhecer o trabalho que tem sido desenvolvido há mais de 25 anos naquele concelho pelo Serviço de Conservação e Restauro ao nível da salvaguarda do património municipal. Sensibilizar a comunidade local para a importância da conservação e Restauro, é também um objectivo da presente exposição.

Através de diferentes materiais e ferramentas, são demonstradas distintas fases e tipologias de restauro. A mostra conta ainda com uma exemplificação dos vários bens culturais habitualmente intervencionados pela equipa de conservação e restauro do município.

Para visitar até 1 de Novembro próximo.

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Formação RPM 2014 – Museus: vigilância e segurança – Pré-inscrições até 20 de Junho

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A acção de formação em Museus: vigilância e atendimento de visitantes; segurança e prevenção/combate a incêndios terá lugar de 1 e 4 de Julho, no Museu do Douro, em Peso da Régua.
As pré-inscrições são aceites até 20 de Junho (mediante envio da ficha de inscrição para
anasabino@dgpc.pt).

Mais informações em: http://www.igespar.pt/pt/agenda/4/3138/


Novos museus integram Rede Portuguesa de Museus

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O despacho que aprova a credenciação de novos museus é do passado dia 2 e refere-se às seguintes realidades museológicas: Museu do Vale Côa, Museu Municipal de Ourém e Museu Municipal de Sesimbra.

Mais informações em: http://dre.pt/pdf2sdip/2014/06/105000000/1423114231.pdf


Museu de Silves acolhe exposição da Rede de Museus do Algarve: “Pioneiros do Conhecimento Cientifíco no Algarve”

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Integrando um projeto da Rede de Museus do Algarve (RMA), está em itinerância pela região a exposição itinerante “Pioneiros do Conhecimento Cientifico no Algarve”. O Museu Municipal de Arqueologia de Silves irá acolher esta exposição a partir do próximo dia 6 de junho.

 Produzida conjuntamente por instituições pertencentes à RMA, esta mostra aborda não só 11 figuras que, desde os finais do século XVIII até ao século XX, deixaram legados relevantes para o conhecimento científico sobre esta região e procuraram esclarecer e fundamentar os contornos da identidade do país, através do estudo da paisagem social, cultural e popular do Algarve, mas também as representações do Algarve nos discursos da etnografia, arqueologia e história local, nos séc. XIX e XX.

José Leite Vasconcelos, Estácio da Veiga, Santos Rocha, José Formosinho, Pe. Nunes da Glória, Ataíde de Oliveira e João Grade Cabrita Santos (Museus de Portimão, Albufeira, Silves, Loulé e Município de Lagoa), Sande Vasconcelos e Estácio da Veiga (Museu de Tavira) e Pe. Manuel Madeira Clemente (Município de Vila do Bispo), são as personalidades retratadas nesta exposição.

Ataíde de Oliveira é a figura de destaque natural de Algoz, concelho de Silves. Originário de uma família de pequenos proprietários agrícolas, formou-se em Direito e em Teologia. Teve um papel fundamental no desenvolvimento da comunicação social e da investigação histórica e etnográfica da região algarvia, tendo fundado o primeiro jornal de Loulé “O Algarvio”, em 1889. Redigiu um conjunto de monografias importantes para a construção da história regional, tendo sido pioneiro na recolha e edição de lendas, romances e canções algarvias, entre as quais “As Mouras Encantadas e os Encantos do Algarve”, património imaterial que testemunha o cruzamento entre as culturas árabe e portuguesa.

A RMA é uma estrutura informal constituída por museus integrados na Rede Portuguesa de Museus, museus municipais e entidades museológicas do Estado Português e privadas, situadas no Algarve, tendo em vista a cooperação e parceria entre instituições museológicas.

 


ICOM Portugal apreensivo com futuro do Museu da Cortiça em Silves

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A Comissão Nacional Portuguesa do Conselho Internacional do Museus (ICOM
Portugal) transmitiu ontem em comunicado público, estar apreensivo quanto ao futuro e ao destino final do Museu da Cortiça em Silves. Este comunicado vem na sequência dos recentes desenvolvimentos sobre o edifício da Fábrica do Inglês e do espólio do Museu da Cortiça em Silves, resultantes do leilão
público, realizado na passada sexta-feira, 30 de Maio de 2014.O documento referido salienta:

“1- Considera o ICOM Portugal que se torna importante esclarecer, junto de várias
entidades públicas (Município de Silves, DRCAlg e DGPC) e privadas (Grupo Nogueira
e CGD), as implicações desta nova situação sobre o Museu, criada pela separação
entre o seu espaço físico (integrado no lote global do edifício da Fábrica do Inglês,
licitado pela CGD e classificado como de interesse municipal) e a sua colecção
industrial (integrada num lote autónomo e licitado pelo Grupo Nogueira).

2- Torna-se igualmente necessário saber, perante as intenções já manifestadas pelo
atual proprietário da colecção (Grupo Nogueira), em assegurar a manutenção do
Museu da Cortiça, qual será a forma como o pretende fazer, de modo a garantir as
condições mínimas de gestão, de programação e de cumprimento das funções
museológicas exigidas para a credibilidade e afirmação ética e deontológica enquanto
Museu, representativo da forte comunidade corticeira local e reconhecido com o
prestigiante prémio “Luigi Micheletti”, atribuído no contexto museológico industrial
europeu.

3- O ICOM Portugal, de acordo com os seus princípios na defesa e valorização dos
museus portugueses e dos seus profissionais, quer salientar o seu empenho neste
caso, desejando igualmente contribuir para que seja encontrada a melhor solução para
o Museu da Cortiça de Silves, entre todas as entidades envolvidas, e que a mesma se
venha a constituir como um bom exemplo para a museologia portuguesa.
A atual direcção do ICOM Portugal, tal como o fez a anterior direcção em 2010,
manter-­‐se-­‐á atenta ao evoluir da situação.”

Fonte: http://www.icom-portugal.org/documentos_dm,129,425,detalhe.aspx


Grupo privado compra espólio do Museu da Cortiça da Fábrica do Inglês em Silves

O Grupo Nogueira, que em 2012 comprou a rede de supermercados Alisuper, licitou por 36 mil euros, o espólio do Museu da MUSEU-~1Cortiça de Silves, no leilão público da Fábrica do Inglês, que decorreu naquele complexo no passado dia 30 de maio.

Por seu lado, o edifício do museu, que se integrava noutro lote, o dos imóveis, foi arrematado pelo preço base de licitação, que se cifrava em 2.239.600 euros, pela representante da Caixa Geral de Depósitos. A CGD é a maior credora da empresa Fábrica do Inglês Gestão de Empresas Imobiliárias e Turísticas SA, que em tempos pertenceu ao universo do falido grupo Alicoop/Alisuper, e já era esperado que fosse ela a ficar com as instalações.

Notícia completa em: http://www.sulinformacao.pt/2014/05/grupo-nogueira-compra-espolio-do-museu-da-cortica-cgd-fica-com-edificios-da-fabrica-do-ingles/


Apresentação do projecto de musealização “O Castelo de Mértola História, Espaço e Formas, sécs. XIII-XXI”

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Terá lugar no Museu Nacional de Arqueologia, no dia 31 de Maio, amanhã pelas 16h30 a apresentação do projecto de musealização, lançamento do livro e dvd “O Castelo de Mértola História, Espaço e Formas, sécs. XIII-XXI”.
Oradores: Cláudio Torres, Director do Campo Arqueológico de Mértola, João Serrão, Vice-presidente da Câmara Municipal de Mértola, Maria de Fátima Rombouts de Barros e Joaquim Boiça, autores do projecto e do livro.


Louvre tem novo projecto para reservas

louvreSão milhares de obras de arte e outros objectos e documentos valiosos que vão ser transferidos do armazém subterrâneo do Museu do Louvre, em Paris, para novas instalações no norte de França, que deverão ficar perto da extensão do museu em Lens, que abriu há menos de um ano. A operação é já considerada uma das maiores deslocações de obras de arte em território francês desde a Segunda Guerra Mundial. E tudo porque o armazém actual não dá garantias de segurança em caso de inundação.

O problema das cheias do Sena é quase uma eterna questão para o pessoal do Museu do Louvre, o mais visitado do mundo, que há muito tempo deseja criar um grande espaço para as suas reservas. Há muito que se sabe que, se as águas do Sena subirem de nível significativamente, o armazém que fica no subsolo do museu será gravemente afectado, podendo então perderem-se para sempre importantes obras de arte.

Para se ter uma ideia da quantidade de esculturas, pinturas, desenhos, livros, entre outros objectos, que o Louvre tem guardados nas suas reservas, bastar perceber que da vasta colecção composta por 460 mil obras, apenas 35 mil estão actualmente expostas ao público.

Depois de anos de debate, a ministra da Cultura Aurélie Filippetti anunciou finalmente na semana passada que será construído um novo “centro de reservas” nas proximidades do Louvre-Lens. A decisão surge depois do ministério da Cultura ter assinado um acordo de colaboração com o museu-mãe e com o governo regional do Nord-Pas-de-Calais, região à qual Lens pertence.

Este novo projecto, segundo explicou em entrevista ao jornal regional La Voix du Nord o novo director do Louvre, Jean-Luc Martinez, será mais do que “um simples armazém”. “Vai ser um lugar acolhedor para investigadores, profissionais dos museus e talvez para o público”, disse, revelando que a obra deste espaço, que deverá “ter uma superfície disponível de 23 mil metros quadrados”, está avaliada em 60 milhões de euros.

De acordo com a imprensa francesa, metade deste montante será financiado pelo governo regional de Nord-Pas-de-Calais, enquanto os restantes 30 milhões serão da responsabilidade do Louvre, que deverá recorrer às dotações do Louvre-Abu Dhabi.

Ainda não há uma data para o início deste projecto, nem se sabe quantas e quais as obras que serão transferidas.

O texto completo em:http://www.publico.pt/cultura/noticia/com-medo-de-uma-inundacao-o-louvre-vai-transferir-as-suas-reservas-para-lens-1606706


Prémios APOM 2013 distinguem investigadora da Universidade do Algarve

Os prémios 2013 da APOM distinguiram a investigadora Helena Correia da Universidade do Algarve com uma menção honrosa na categoria «Melhor Estudo sobre Museologia»: dissertação de mestrado – “Comunicar cultura: gestão da comunicação estratégica dos museus de arte contemporânea no século XXI em Portugal”.

Fonte: http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=142256


Comboio presidencial restaurado e exposto no Museu Nacional Ferroviário

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Fonte: http://www.transportesemrevista.com/Default.aspx?tabid=210&language=pt-PT&id=18068


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